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Revista DaModa inova nos editoriais e traz a cidade de João Pessoa para o universo fashion

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capa das revistas

O post de hoje tem dois objetivos: divulgar a revista DaModa e apresentar o meu mais recente artigo acadêmico, que foi sobre a publicação. A revista é uma publicação eletrônica vinculada à Estação da Moda, órgão responsável por promover a moda e capacitar pessoas para trabalharem na área. Ele é financiado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa, bem como a revista.

Eu me apaixonei pela publicação desde a primeira edição, lançada em setembro de 2012 e disponibilizada gratuitamente ao público através do site Issu.com. Com linha editorial voltada para o conceito e a cultura de moda, ela não está vinculada às bobagens que aparecem na maioria das revistas da área: tem conteúdo profundo e editoriais lindos (também, com tantos fotógrafos talentosos e produtores de moda dedicados, não tinha como dar outra coisa).

Então parti para uma análise acadêmica dos editoriais de moda da revista, afinal de contas não tem coisa melhor no mundo do que juntar trabalho e prazer. Intitulado “João Pessoa Chique: A Cidade como Referência de Identidade nos Editoriais da Revista DaModa“, o artigo foi aceito para apresentação e publicação no principal congresso de Comunicação da América Latina, o Intercom. Este ano o evento acontece de 4 a 7 de setembro, em Manaus. Quem tiver interesse de ler, basta baixar o arquivo abaixo em pdf. 😉

Revista 2 Editorial São Francisco Revista 2 Editorial Praia Revista 1 Editorial 2 Feira Editorial 1 Revista Da Moda 1 Conventinho

Resumo do artigo:

Com base na análise de seis editoriais da revista DaModa, publicação online financiada pela Prefeitura Municipal de João Pessoa, o trabalho observa como a urbanidade da capital paraibana foi usada para fortalecer a identidade local do cidadão pessoense. Utilizando pontos turísticos ou culturais da região, a publicação constrói um ideal de beleza baseado na estética de luxo característica dos editorias de moda para mostrar que é possível inspirar peças de roupa e imagens de moda baseadas nessas referências urbanas. Para isso ela faz um recorte da realidade e filtra os elementos retratados que colaboram para a construção desses referenciais imagéticos.

Para download clique no link: Artigo Intercom Manaus 2013

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A padronização da moda através do figurino da telenovela Caminho das Índias

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É com muita alegria que disponibilizo aqui a minha mais recente publicação acadêmica. Ela foi produzida como trabalho de conclusão do curso de Jornalismo da UEPB, pela aluna Priscipla Medeiros Ramos, sob minha orientação, e publicada na Revista Temática, publicação acadêmica do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFPB. Logo abaixo vocês conferem o resumo, as palavras-chaves e o link para o artigo na íntegra. Boa leitura!

TítuloConsumismo e Inte(g)ração Sociala legitimação e padronização de tendências de moda através das telenovelas

Resumo
A telenovela desempenha papel fundamental na disseminação de tendências de moda na sociedade. Por ser de fácil acesso, a tevê acaba padronizando e massificando gostos e estilos de vida, que são comumente percebidos através do próprio vestuário. Sendo assim, o ser humano consome objetos ali apresentados como tentativa de acompanhar padrões e de  permanecer membro integrante do grupo ao qual faz parte e gerando, desse modo, o consumismo observado nos dias atuais.
Palavras-chave: Moda. Mídia. Consumismo. Integração Social.

Para ler o artigo completo clique aqui e veja o artigo publicado na Revista Temática.

Mulher macho no telejornalismo? Sim, senhor!

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Hoje eu tenho o prazer de apresentar um artigo no I Forum Nacional do Audiovisual, promovido pela UFPB. O texto é um fragmento atualizado da minha dissertação de mestrado, que pesquisa o figurino do telejornalista brasileiro. Abaixo coloco o título, o resumo, e o link para download do arquivo em PDF. A apresentação será às 11h da manhã, no auditório 412 do CCHLA. O evento é aberto ao público. Quem quiser aparecer por lá para falar do assunto, vai ser um prazer!

MULHER MACHO, SIM SENHOR: A NEGAÇÃO DO FEMININO NO FIGURINO DO TELEJORNALISMO BRASILEIRO

Resumo: A televisão é o meio de Comunicação de Massa de maior abrangência no Brasil. O telejornal é um gênero audiovisual presente na quase totalidade das emissoras brasileiras. O telejornalismo brasileiro adotou para si, desde o princípio, um padrão estético inspirado no modelo norte-americano, mas incorporou a ele características do rádio e do circo. Dentre elas destacamos neste trabalho a masculinização do ambiente telejornalístico como sinônimo de credibilidade. O reflexo desse modelo se aplica ao discurso estético do telejornalismo brasileiro, em especial ao figurino, exigindo que mulheres se vistam e se portem de forma masculinizada, numa espécie de negação da feminilidade com o intuito de manter a seriedade característica dos programas de notícias. A presença das mulheres nas bancadas dos telejornais brasileiros teve que ser pautada por roupas, cabelos, acessórios e maquiagem que remetem ao universo masculino e permanece até hoje, quando podemos observar algumas primeiras iniciativas para quebrar esse padrão.

Palavras-chave: Telejornalismo; masculinização; figurino.

Arquivo completo em pdf, clique aqui: Artigo Mulher Macho Forum Audiovisual.

A avareza do macaco

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Texto: Danuza Karla de Galiza

A palavra kipling não significa nada em língua nenhuma, mas o nome é usado por uma marca de bolsas feitas de lona, que tem como símbolo um macaco. O “Kipling Monkey” é a grande referência da marca em todo mundo.

Milhares de consumidoras de aproximadamente 65 países pagam fortunas pelas bolsas do macaco. Suas 230 lojas arrecadam 450 milhões anuais, sendo o Brasil o terceiro mercado consumidor, perdendo apenas para os Estados Unidos e a Bélgica – país origem da marca, pois a fabricação mesmo é na China (um dos fatores que explica os lucros exorbitantes da bolsa Kipling).

Mas, por que uma bolsa feita de lona, material duradouro, no entanto extremamente barato, fabricada na China em larga escala de produção é disputada por mulheres e crianças ao redor do mundo?

Aí é que entra o caro de querer ser “chique”, acreditar que uma bolsa com um chaveiro de macaco, vai permitir o acesso das mesmas nos seletos grupos das “rich girls” mundo afora. Quem foi que disse que ter um chaveiro de macaco é ser rico? Voltando um pouco no tempo, podemos tentar entender por alguma teoria tal apreço pelo macaco.

Segundo o evolucionismo, o homem é o resultado final de uma longa evolução, que começou há cerca de cinco milhões de anos com o mais antigo dos hominídeos: o Australopithecus. Este ser humano primitivo, que poderia ser facilmente confundido com um macaco, não tinha quase nenhuma habilidade. Ocorre que, depois de tantos séculos e aparente evolução da espécie humana, talvez estejamos com saudades desse período, pois nada explica uma bolsa com chaveiro de macaco fazer uma jovem sentir-se superior a outra que não está usando a mesma.

O dono da empresa deve achar que o cérebro dessas consumidoras seja tão primitivo quanto o de um macaco. Quem é rico mesmo, gosta de exclusividade. O verdadeiro rico, não compra esta bolsa, ele produz esta bolsa. As jovens compram acreditando na ideia de glamour e luxo, com o prazer de desfilar com sua legítima “bolsa do macaco”.

O homem já evoluiu, já deixamos as cavernas, somos considerados homo sapiens-sapiens, ou seja, estamos no ápice do nosso desenvolvimento intelectual. Então mulheres, evoluam! Você pode ser muito mais “chique” se acreditar na compra de uma bolsa pensando no material utilizado, na sua personalidade e, principalmente, no seu orçamento. Seja uma it girl e não uma fake-rich girl! Faça a sua moda acontecer, não deixe o Macaco mandar em você!

Referências:
http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/09/kipling-marca-do-macaco.html
http://zikipedia.wordpress.com/2008/02/21/a-evolucao-do-homem/

Danuza Galiza é psicopedagoga e aluna de jornalismo. Amante da moda, é fotógrafa e maquiadora nos fins de semana e escritora desde que se entende por gente.

I Encontro Nacional de Pesquisa de Moda recebe trabalhos até esta semana

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Quem acompanha o blog sabe bem o tamanho do meu entusiasmo quando o assunto é falar de moda e pesquisar moda com seriedade e profundidade. E foi pensando nisso que resolvi postar por aqui informações sobre o I Encontro Nacional de Pesquisa em Moda, que surge num momento de grande fortalecimento do setor no Brasil. Quem pesquisa o assunto (ou tem vontade de pesquisar) tem agora esse espaço para publicar, interagir e aprender mais sobre as diversas pesquisas que acontecem hoje em todo território nacional. O evento vai ser realizado em Goiânia/GO, de 25 a 28 de outubro de 2011. Os trabalhos para apresentação oral ou e-poster podem ser enviados até o próximo dia 10 de agosto. Mas também é possível participar como observador. Os valores são:
R$ 60,00 para apresentação oral (comunicações);
R$ 40,00 para apresentação de pôsteres;
R$ 40,00 profissionais sem apresentação de trabalho (Até 20 de Setembro);
R$ 50,00 profissionais sem apresentação de trabalhos (Após 20 de Setembro);
R$ 20,00 estudantes para participação como ouvinte (Até 20 de Setembro);
R$ 40,00 estudantes para participação como ouvinte (Após 20 de Setembro).
Os interessados podem se inscrever em um dos 5 eixos temáticos: Teoria e História do Design e da Moda; Processos de Criação, Produção e Ensino em Design de Moda e Têxtil; Têxteis: Materialidade, Visualidade, Sentidos e Patrimonialização; Gestão do Design; Moda, Comunicação e Consumo. Mais informações lá no site do evento, no link www.encontronacionaldemoda.com.br

Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes

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Desde o início dessa nova etapa do blog eu me comprometi a divulgar as minhas produções acadêmicas por aqui, disponíveis no menu na parte Publicações. Ainda falta colocar algumas, mas aos poucos vamos disponibilizando os trabalhos por lá. Muita gente tem me pedido minha dissertação de mestrado completa, cujo título foi Casal Nacional: significações do corpo e do figurino no telejornalismo, mas preciso dar um formato mais legal ao trabalho antes de divulgá-lo por aqui. Por enquanto eu vou colocando para download os artigos sobre o assunto.

Aproveitando que hoje à noite estarei na estreia do Café com Moda falando justamente de Figurino para Telejornalismo (a partir das 16h, na Livraria Leitura, do Manaíra Shopping, entrada franca), resolvi disponibilizar aqui o meu artigo mais recente, que foi aceito na Intercom Nacional deste ano, o congresso de comunicação mais importante do país, que será realizado em Recife de 02 a 06 de setembro de 2011. O artigo se chama Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter. 

Logo abaixo estão o resumo do artigo, as palavras chave e o link para download do arquivo completo em PDF.

Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter

Agda AQUINO

Resumo

Este trabalho busca na rede social twitter uma forma de observar a nova relação disposta entre os espectadores e os conteúdos televisuais, em especial o telejornal. Comentários e apontamentos que antes poderiam ficar restritos ao ambiente familiar, individual ou de grupos específicos, agora passam a ser difundidos e massificados, além de colaborarem com a movimentação de públicos que transitam entre a Internet e a televisão convencional. O figurino dos apresentadores do Jornal Nacional, da Rede Globo, serve de ilustração para colaborar no entendimento do novo papel que os jornalistas de TV assumem na sociedade contemporânea. Através dos comentários do twitter identificamos a multiplicidade de significações que o público pode produzir com relação a esses conteúdos imagéticos, além de apontar para um novo entendimento do papel do figurino na composição da imagem do profissional de telejornalismo.

Palavras-chave: Telejornalismo; apresentadores; figurino; Jornal Nacional; twitter.

Arquivo completo (em pdf): Artigo_agda_intercom_2011

REFERÊNCIA PARA CITAÇÃO:

AQUINO, Agda. Olha a roupa de Pokebola da Fátima Bernardes: significações do figurino telejornalístico através dos comentários do twitter. Trabalho apresentado no DT 6 – GP: Comunicação e Culturas Urbanas, do X Encontro dos Grupos de Pesquisa em Comunicação, evento componente do XXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. 02 a 06 de Setembro de 2011, Recife-PE.

Moda, música e sexualidade nas festas de música eletrônica em Natal

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Moda, música e sexualidade nas festas de música eletrônica em Natal

 Agda AQUINO e Thiago NEVES

Trabalho apresentado no V Congresso ABEH: Desejos, Controles e Identidades, a se realizar em 25 e 26 de Novembro de 2010 no Campus da UFRN, em Natal-RN.

Resumo: As dimensões da moda, da música e da sexualidade funcionam neste trabalho como operadores cognitivos e conceituais para pensar a interação ocorrida nas festas de música eletrônica em Natal/RN. O suporte empírico deste artigo é a etnografia realizada em duas festas de música eletrônica: uma na casa noturna Galpão 29 e outra na Crystal Club, duas entrevistas em profundidade com frequentadores deste tipo de ambiente e registro imagético. Os dois elementos relacionados servem para entender como funciona a interação no cenário dos clubes noturnos gays natalenses, utilizando o corpo como suporte da comunicação e aproximação do outro. O movimento rave tem se afirmado como uma ponte entre o universo dos homossexuais e dos heterossexuais. A moda e música eletrônica ajudam na construção desta ligação.

Palavras-chave: moda; festas de música eletrônica; sexualidade; interação.

Arquivo completo (em pdf): Artigo Homocultura Agda e Thiago

REFERÊNCIA:

AQUINO, Agda; NEVES, Thiago. Moda, música e sexualidade nas festas de música eletrônica em Natal. Trabalho apresentado no V Congresso da Associação Brasileira de Estudos de Homocultura/ABEH: Desejos, Controles e Identidades, a se realizar em 25 e 26 de Novembro de 2010 na UFRN, em Natal-RN.

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