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Olhar é ponto forte da nova coleção de O Boticário

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Existe década mais charmosa do que os anos 1960? Pois é justamente ela que inspira a nova coleção de maquiagem de O Boticário, a Make B. Rio Sixties. Eu já tinha ido nas lojas dar uma olhada e comprar umas coisinhas, mas agora recebi da assessoria da marca alguns mimos para me apaixonar ainda mais: a sombra fusion colorist de ultra fixação e alta pigmentação e o aplicador de cílios postiços – uma verdadeira mão na roda para a hora tensa de colocar esse acessório que deixa o olhar sensacional. O design dos produtos é dedicado e delicado, dá vontade de ter tudo.

Foco no olhar

Make B sixties olhos

Olhos bem marcados valorizam qualquer make. A nova coleção primavera/verão de O Boticário, a Make B. Rio Sixties, inspirado na elegância e ousadia dos anos 60 e no glamour do Rio de Janeiro, traz uma seleção de produtos para transformar o olhar. Para o realce dos olhos, o Make B. Rio Sixties Delineador Retrô permite traços expressivos e sensuais, lembrando as makes feitas na década de 60. É fácil de usar e sua formulação é à prova d’água. Os cílios também não foram deixados de lado.

Entre as novidades, o Make B. Rio Sixties Máscara Top Coat para Cílios é capaz de transformar qualquer máscara para cílios em uma versão à prova d’água. Incolor, o produto evita a formação de grumos e separa delicadamente os fios. Aplicado por cima de máscaras para cílios pretas ou coloridas, mantém o brilho por mais tempo. Para completar, O Boticário ainda traz dois acessórios especiais. Os cílios postiços com cerdas finas, que confere volume e curvatura definida aos cílios. E para facilitar na hora de aplicá-los, O Boticário traz o Make B. Rio Sixties Aplicador de Cílios Postiços, com pinça aplicadora e um suporte para cílios. Adorei essa novidade.

Esmaltes hipoalergênicos são opção para quem sofre com os produtos tradicionais

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Essa é uma história real. Tinha feito as unhas, coisa que adoro. No dia seguinte, acordei com os olhos muito inchados que mal conseguia abrir. Botei a culpa no travesseiro de plumas de ganso e segui adiante, continuei com a minha rotina de pintar as unhas toda semana e o olho foi piorando, ficando vermelho e machucado, mais ou menos como um urso panda ao contrário. Fiquei muito preocupada, lógico, achando que estava com alergia à maquiagem. Fui ao dermatologista que, para minha surpresa, disse que era alergia ao esmalte. Parece que as pálpebras são especialmente sensíveis às substâncias que fazem parte da composição química dos esmaltes. Feliz por descobrir o motivo, porém triste por me imaginar sem pintar as unhas, decidi ir atrás de opções para não precisar abrir mão das unhas botinas. Eis que descobri os esmaltes hipoalergênicos, que prometem não conter as substâncias causadoras das alergias. É nessa fase que estou agora, de testar esses esmaltes. Antecipo que nunca mais senti os mesmos efeitos e até agora parece que está dando certo.

Para minha feliz surpresa, o mercado está cheio de opções de esmaltes nacionais e importados que não provocam essas reações. Geralmente, o que causa a alergia é o formaldeído, presente na resina, que tem como função dar aderência e durabilidade ao produto. E também o tolueno, uma espécie de solvente mais barato da fórmula tradicional dos esmaltes. Nos Estados Unidos e Canadá, além de países europeus, o formaldeído é proibido de ser usado na composição, por isso muita gente costumava comprar produtos de marcas importadas. Eu testei uns esmaltes gringos que eu tenho e realmente eles não provocam a mesma reação, em mim pelo menos.

Hoje em dia, os esmaltes nacionais já possuem opções antialérgicas, só que com menos variedade de cores (apesar de ter um aumento nas tonalidades a cada temporada). Às vezes, mesmo esse esmalte ainda causa alergias. Isso acontece porque alguns esmaltes antialérgicos possuem menos tolueno que o comum, mas ainda o possui, então, quem é mais sensível desenvolve a reação da mesma forma. Ou ainda o formaldeído e o tolueno são substituídos por outra resina que a pessoa é alérgica. Porém é cada vez mais comum encontrar opções no mercado que facilitam a vida das alérgicas, como eu. Um ponto negativo desses esmaltes é o preço, aproximadamente de duas a cinco vezes mais caros que os tradicionais. Na minha opinião, um investimento que vale a pena.

Se você quer comprar um esmalte hipoalergênico, a minha dica é procurar nas farmácias e drogarias que vendem esse tipo de produto, é mais fácil do que procurar no supermercado. Além das marcas gringas, a Colorama, a Impala e a Risqué, por exemplo, produzem linhas específicas para evitar essas reações. Que tal experimentar?

Além dos esmaltes é possível também variar as unhas e evitar as alergias com os adesivos, como esses desse post aqui.

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